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Redação, Língua Portuguesa e Mentoria de Estudos para alunos com TEA e TDAH

Redação · Língua Portuguesa · Mentoria de estudos — TEA e TDAH

Seu filho não aprende do jeito da escola. Mas faz a mesma prova que todo mundo.

Três frentes de trabalho para alunos que aprendem diferente: aula de Redação, aula de Língua Portuguesa e mentoria — a organização completa da rotina de estudos, em todas as matérias. Do Ensino Fundamental ao ENEM. Online ou presencial em São Paulo.

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Sem compromisso e sem venda. Uma conversa para eu entender seu filho e você entender como eu trabalho.

35+ anos em sala de aulaAnglo · Poliedro · Vetor · TP EducaçãoLetras e Direito — USPPsicanalista clínico
Professor Rubão dando aula em frente à lousa

Três frentes de trabalho

Escolha pelo que está travando

Se não souber qual é o caso do seu filho, não escolha — me chame. Indicar a frente errada custa tempo dele.

Redação

Da estrutura do parágrafo à nota alta no ENEM. Correção detalhada, repertório organizado em blocos reutilizáveis e treino de tempo de prova.

Falar sobre redação →

Língua Portuguesa

Gramática que serve para escrever e interpretar — não para decorar nomenclatura. Leitura, interpretação e literatura contada como história.

Falar sobre português →

Todas as matérias

Mentoria de estudos

A organização completa da rotina: o que estudar e quando, quanto tempo, quando treinar, quando descansar. Com a família dentro do processo.

Falar sobre mentoria →

Se você reconhece isso, está no lugar certo

Frases que eu ouço de quase toda família que me procura

Nenhuma delas tem a ver com preguiça. Todas têm a ver com formato.

“Ele lê o texto inteiro e no fim não lembra de nada do que leu.”
“Falando, ele explica tudo. Na hora de escrever, trava.”
“A redação começa bem e desanda no terceiro parágrafo.”
“Ele sabe a matéria, mas não consegue provar isso na prova.”
“Perde nota por causa do tempo, não por causa do conteúdo.”
“Já trocou de professor particular três vezes este ano.”

O problema

O esforço dele não é o problema. O formato da aula é.

O ensino de Português foi desenhado para um tipo de cérebro só. Instrução longa e falada. Tarefa aberta do tipo “escreva uma dissertação sobre isso”. Prazo apertado. Ambiente cheio de estímulo. Correção que aponta o erro, mas não mostra o caminho.

Para um aluno com TEA ou TDAH, cada um desses itens cobra um pedaço diferente do funcionamento executivo: iniciar a tarefa, segurar a informação na memória enquanto escreve, organizar em sequência, sustentar a atenção, administrar o próprio tempo. Quando a demanda estoura em um desses pontos, o texto para — mesmo com o repertório todo na cabeça.

O conteúdo não muda. A prova não muda. O que muda é a forma de chegar lá.

Quando a matéria não é o problema

Tem aluno que não precisa de aula. Precisa de rotina.

Existe um aluno que sabe o conteúdo e mesmo assim não rende. Ele senta para estudar e não sabe por onde começar. Passa quatro horas seguidas numa matéria e não toca nas outras por uma semana. Vira a noite às vésperas da prova e chega esgotado. O problema dele não é português, nem matemática — é que ninguém nunca montou a estrutura por fora.

Para esses alunos eu faço outra coisa: organizo a rotina inteira. Não é dica de estudo nem cronograma genérico baixado da internet. É o desenho, semana a semana, da vida daquele aluno — com a família dentro do processo e com papel definido.

Foi exatamente isso que eu fiz por décadas coordenando cursinho. A diferença é que agora é para um aluno só.

Falar sobre a mentoria

O que entra na rotina

  • O que estudar em cada dia — e o que deliberadamente deixar de fora
  • Quanto tempo por bloco e onde ficam as pausas
  • Todas as matérias do vestibular, não só português e redação
  • Onde entram sono e atividade física, que em aluno com TDAH mudam o rendimento mais do que hora extra de estudo
  • Simulados: quando fazer, como corrigir e o que fazer com o resultado
  • O papel da família: o que cobrar, o que não cobrar e quando sair da frente
  • Revisão do plano a cada encontro, porque rotina que não se ajusta é rotina que se abandona

Quem vai dar aula

Rubens “Rubão” Carnevale

Duas formações que quase nunca aparecem na mesma pessoa — e é justamente no encontro delas que está o resultado.

O lado da prova

  • Mais de 35 anos ensinando Língua Portuguesa e Redação
  • Anglo Vestibulares, Colégio e Curso Poliedro, Curso Vetor e TP Educação
  • Autor de apostilas de gramática e interpretação para pré-vestibular
  • Coordenador de simulados e de unidade
  • Turmas de Medicina, ITA, FGV e Insper
  • Bacharel em Letras Clássicas e Vernáculas e em Direito — USP

O lado do aluno

  • Psicanalista clínico
  • Graduação em Psicologia em andamento
  • Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia dos Esquemas
  • Analista comportamental
  • Prática com turmas de níveis e ritmos muito distintos

Eu sei exatamente o que cai na prova e como cai. E sei o que fazer quando o aluno trava antes de chegar lá.

Uma delimitação importante e honesta

Eu sou professor. Não faço diagnóstico, não faço tratamento e não substituo psicólogo, terapeuta ocupacional ou fonoaudiólogo. O que eu faço é ensinar Português e Redação de um jeito que o cérebro do seu filho consiga aprender — e, quando a família autoriza, alinhar minha linguagem com a de quem já acompanha ele.

Como funciona

Cinco coisas que eu faço diferente

01

Duas aulas de mapeamento antes de qualquer conteúdo

Como ele lê, onde exatamente trava, quanto tempo de foco ele sustenta hoje, o que o desorganiza, o que o acalma. Sem laudo? Sem problema — eu trabalho com o funcionamento do aluno, não com o rótulo.

02

Aula com estrutura previsível

Mesma abertura, mesma sequência, mesmo encerramento, toda semana. A agenda da aula aparece na tela no primeiro minuto. Previsibilidade libera energia mental que hoje é gasta em adivinhar o que vem.

03

Redação decomposta em blocos pequenos

“Escreva um texto de 30 linhas” é uma tarefa aberta e paralisante. Na minha aula ela vira seis tarefas pequenas, cada uma com começo, meio e fim visíveis. Um bloco por vez, até virar automático.

04

Tempo e regulação treinados como conteúdo

Cronômetro à vista, pausas combinadas antes de começar, carga ajustada ao dia. O aluno não aprende só gramática: aprende a administrar o próprio tempo de prova — que é onde a maioria perde nota.

05

Ponte com a família e com a equipe terapêutica

Devolutiva escrita por mês, em linguagem clara: o que avançou, o que travou, o que fazer em casa. Havendo psicólogo, TO ou fono e autorização da família, alinho minha abordagem com a deles.

Bônus que quase ninguém conta pra você

Seu filho pode ter direito a atendimento especializado no ENEM

O Inep oferece recursos de acessibilidade para candidatos com transtornos e condições específicas, mediante solicitação e comprovação por laudo médico. Muita família descobre isso depois que o prazo de inscrição já fechou.

60 minutos a mais

Tempo adicional para realização da prova.

Sala especial

Ambiente reservado, com menos estímulo e menos pessoas.

Auxílio ledor

Leitura da prova em voz alta e apoio de transcrição.

Acompanhante

Em espaço monitorado, para situações previstas em edital.

Na conversa inicial eu te mostro o que pedir, em que momento pedir e o que o laudo precisa dizer para que o pedido seja deferido. Isso vale para o ENEM e para boa parte dos vestibulares.

Quero entender os direitos do meu filho

Recursos e condições variam a cada edição — confira sempre o edital vigente no site do Inep antes da inscrição.

Para quem é

Três etapas, o mesmo cuidado

Ensino Fundamental

Construir a base sem trauma

Leitura e interpretação, gramática funcional (a que serve para escrever, não para decorar) e produção de texto com andaime. O objetivo aqui é que ele pare de achar que “não é bom em português”.

Ensino Médio

Transformar conhecimento em nota

Redação dissertativa, gramática aplicada ao texto, literatura contada como história e não como lista. Trabalho junto com as demandas reais da escola, incluindo provas e trabalhos.

ENEM e Vestibulares

Prova é performance sob pressão

Redação nota alta, repertório organizado em blocos reutilizáveis, estratégia de leitura de enunciado e gestão de tempo. Experiência real com FGV, Insper, ITA e Medicina.

Aulas online para todo o Brasil ou presenciais em São Paulo capital. Individuais ou em dupla, quando os dois perfis combinam.

Honestidade antes da matrícula

Para quem isso não é

  • Não é reforço de véspera. Método precisa de tempo para virar hábito.
  • Não é terapia e não substitui acompanhamento clínico de nenhum tipo.
  • Não é para família que quer terceirizar o problema — eu preciso de vocês na ponte.
  • Não é aula para “passar de ano” a qualquer custo. Eu ensino, não empurro.

Dúvidas frequentes

Perguntas que toda família faz

Meu filho não tem laudo. Ele pode fazer aula?

Pode. Eu não exijo laudo para ensinar — trabalho a partir do funcionamento que observo nas primeiras aulas. O laudo só é indispensável para solicitar atendimento especializado nas provas oficiais.

Ele não gosta de ficar com a câmera ligada. Isso atrapalha?

Não. A câmera é opcional e a gente combina isso na primeira aula. Áudio, chat e material compartilhado dão conta.

Quanto custa?

Depende da frequência, da duração da aula e do formato (online ou presencial, individual ou em dupla). Eu prefiro conversar antes: um valor dito sem eu conhecer o aluno é um chute, e eu não trabalho com chute.

Qual a frequência ideal?

Na maioria dos casos, uma ou duas vezes por semana, em aulas de 50 ou 80 minutos — o tempo é ajustado à janela de foco real do aluno, não ao relógio.

Você conversa com o psicólogo dele?

Sim, com autorização da família. Quando escola, terapia e aula falam a mesma língua, o ganho é grande. Quando cada um puxa para um lado, o aluno paga a conta.

E se ele não se adaptar a você?

As duas primeiras aulas são de mapeamento justamente por isso. Se não fizer sentido para os dois lados, a gente encerra sem drama e eu indico alguém — e, nesse caso, o acerto é somente por essas duas aulas.

Próximo passo

Uma conversa de 30 minutos, sem custo e sem compromisso

Você me conta como seu filho estuda hoje e onde ele trava. Eu te digo, com honestidade, se consigo ajudar e como seria o trabalho. Se eu achar que outra pessoa é mais indicada, eu falo isso na hora.

Dois jeitos de falar comigo

Chamar no WhatsApp

ou, se você preferir escrever com calma

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Quem responde sou eu, pessoalmente. Não é atendente e não é robô.